18 de julho de 2011

ALOISIO PINHEIRO

            Muito raramente se verifica na história dos governos, em qualquer esfera, que o presidente do legislativo assuma o primeiro cargo do executivo.
            Em Osasco, a partir de hoje, durante  uma semana, o prefeito Emidio de Souza se licencia por motivos particulares, e na impossibilidade, por questões de saúde, do vice prefeito, o médico  Faisal Cury, assume o cargo o presidente da Câmara, Aloisio Pinheiro, conforme  determina a Constituição.
            O prefeito Emidio que nesta quinta feira anunciou em coletiva de  imprensa esta mudança por tempo determinado, fez questão de ressaltar que estava se licenciando do cargo a partir de hoje, sábado, sem remuneração.
            O chefe do executivo,  numa cidade com a complexidade do nosso município precisa se entregar por completo e em   tempo integral à cidade, tantos são os problemas e  preocupações e a busca incessante de soluções, umas imediatas, outras a curto, médio e longo prazo.
            As transformações de Osasco dos anos 70 a esta parte foram enormes, e quem conheceu a cidade nessa época pode com muita surpresa verificar que a Osasco atual é uma cidade completamente diferente e moderníssima.
            Tudo mudou, mas para que chegássemos ao estágio de desenvolvimento atual foi necessário muito trabalho, desde a implantação de redes de água e eletricidade pública, asfalto, escolas, creches, postos de saúde, e uma infinidade de outros equipamentos públicos.
            A parte estrutural foi solucionada, especialmente na área central e nos bairros adjascentes, porém na periferia ainda sobraram áreas livres e inúmeros problemas acentuados com o aumento da população.
            Osasco se modernizou, as indústrias mudaram de endereço, assim como foi preciso que se mudassem alguns zoneamentos para implantar novos marcos de desenvolvimento. Hoje Osasco detém um comercio forte, o maior da Região oeste, possui também uma concentração de shoppings e faculdades; o centro está quase que completamente verticalizado,   irradiando para os bairros.
            Mesmo por uma semana, ser prefeito de Osasco é uma tarefa  árdua,  que requer, sobretudo, experiência e conhecimento da cidade e sua gente.
Não temos dúvida que o prefeito Emidio de Souza se licencia com tranquilidade, porque deixa em seu gabinete um político da mais elevada qualidade, com ampla bagagem de conhecimento e responsabilidade e, acima de tudo, uma pessoa humana de elevada qualidade.
            Lembramos de Aloisio Pinheiro quando o conhecemos mais de perto logo no primeiro mandato do prefeito Emidio,  quando como vereador eleito,  já trabalhava na eleição dos delegados do projeto Orçamento Participativo.
            Sempre de postura calma, muito atencioso com todos, Aloisio Pinheiro é um político que deixa transparecer confiança e sabedoria.  Todas as vezes que o ouvimos usando a palavra nos eventos públicos, o fez com muita propriedade e domínio do que fala.
            Na realidade até numa simples conversa Aloisio Pinheiro demonstra muito afinidade com a  ambiência  política e administrativa, enfim, não foi por outros atributos que foi  líder do prefeito na Câmara,  presidente de nossa casa de leis e que atualmente assume a prefeitura até o retorno do prefeito Emidio de Souza.

13 de julho de 2011

O INVERNO

Estamos em pleno inverno, e como soe acontecer, nos detemos um pouco para falar,  de cada uma  das quatro estações do ano, porque elas representam, com fascinante beleza, tempos e cadencias do planeta e dos seres que nele vivem
Num país tropical como o nosso, embora ocorram invernos intensos, não desfrutamos daquilo que caracteriza geralmente simboliza o inverno, a neve, mas, nas  serras gaúchas e catarinenses houve invernos em que tudo já amanheceu sob fina camadinha de gelo.
A estação do frio, nesta parte do mundo, começa com o Solstício de Inverno,  que se inicia na segunda metade de junho e encosta no tempo em que  as flores anunciam que está chegando a primavera, lá pela segunda metade de setembro.
As estações do ano, transicionando de uma para outra e dependendo do lugar,  sempre foram  fascinantes;  o outono em París é simplesmente espetacular, as largas alamedas formam belíssimos tapetes com as folhas que se desprendem das grandes árvores, as paisagens do outono parisiense já inspirram renomados pintores expressionistas, quando não  poetas, e grandes compositores, a exemplo de Antonio Lúcio Vivaldi  que justamente compôs uma belíssima obra chamada “As Quatro Estações”. Vivaldi, chamado de “ o padre ruivo”, por ser um sacerdote de cabelos ruivos, nasceu na bela Veneza e viveu até a metade do século XVIII, foi efetivamente um virtuose,  cujo estilo musical,  considerado como do barroco tardio, assombrou as cortes italianas e da Europa.
Sua obra conta com quase 800 composições, sendo 477 concertos e 46 óperas, e claro, entre elas se destacou a série de concertos para violino e orquestra intitulada “Le quattro stagioni”
Mas se Vivaldi naquela época já dera tanta ênfase à beleza das estações, sem dúvida comporia ainda muitas outras obras para o inverno na Amazônia, não o fez, porque nunca veio para maior floresta do planeta.
As estações na Amazônia se confundem e há apenas pequenas variações físicas a identificá-las. Em geral o clima é sempre quente e úmido, e o inverno chega com uma frequencia maior de chuvas finas que se aproximam com um suave , porém crecente barulho das gotículas de água sobre as folhagens.
Muitas vezes as chuvas vem com força, trovões rasgam o  céu completamente escuro e carregado, a água desaba na mata, os rios crescem com uma velocidade absurda, as aves e outros animais silvestres desaparecem em seus refúgios, a chuva  cai forte e quando  vem acompanhada com rajadas de vento vergan-se muitas arvores e é frequente  ouvir o barulho seco dos seus  troncos se quebrando.

6 de julho de 2011

UM OLHAR REAL

            Há certos momentos, atualmente muito mais freqüentes, em que a gente pára um pouco nessa nossa vida agitada, simplesmente para divagar   sobre o que ocorre ao nosso redor, seja lá em relação aos nossos costumes, no vestuário avantajado do inverno que transforma as pessoas em verdadeiros  ursos, ou talvez só na forma de se pensar e falar das coisas, da política, do governo, do trânsito.
            Ahh! sim, por falar do trânsito, súbito a cidade ficou melhor de se andar, as férias escolares chegaram,  a paz no trânsito voltou!  Mas o melhor mesmo é que desapareceram essas insuportáveis peruas escolares, sim aquelas com umas senhoras ao volante que acham que pelo fato de transportarem crianças podem tudo, cortam na frente dos outros,  chegam, por exemplo, às 6,30 da manhã para buscar uma criança  e enfiam a buzina sem dó, estão trabalhando, tem horário a cumprir, que a vizinhança  se dane!!
            Ufa! pelo menos este mês nos veremos livres  dessas tias motoristas,  que de tão ruins ao volante dos monstrinhos amarelos e pretos, passam arregaçando os retrovisores dos carros estacionados na rua. Mais uma vez, que a vizinhança se dane!!
            Passando a outros temas, a especulação política já se espalha por todo lado, e enquanto uns espinafram outros, alguns publicam o que querem, aliás, em busca do que querem;  e o que será que tanto vale o veneno que destilam?
            Depois do recesso do nosso legislativo, certamente aparecerão as novidades de olho na eleição de outubro de 2012.  Duro vai ser agüentar as vaidades das estrelas sem brilho, aquelas cronicamente cindidas em seu personalismo egocêntrico. Em todo caso, o ex-presidente Collor de Melo tinha razão numa afirmação (entre as pouquíssimas que ele teve) quando dizia que  "o tempo é o senhor da razão".
            Para concluir, vamos  falar do Pré-sal, uma reserva de petróleo e gás natural que se estende de Santa Catarina até o Espírito Santo,  ao longo da Plataforma Continental, com poços que perfuram a mais de dois mil metros abaixo da superfície do oceano.
            Hoje a extração já alcança algo como oitenta mil barris/dia, mas a previsão é de que esta  produção deverá aumentar em progressão geométrica, na medida em que novas plataformas entrem em atividade.
            As descobertas, exploradas há cinco anos, inicialmente de forma experimental, deverão dar espetacular impulso à economia do país,  e só para exemplificar, somente em Santos já foram geradas inúmeras fontes de trabalho diretamente ligadas à exploração dessas  reservas, assim como a ampliação de serviços indiretos. A economia começa a superar limites antes  pouco inimaginados.


29 de junho de 2011

A SOMBRA DOS LEVIATÃS

Conhecemos  Antonio Roberto Espinosa há um bom tempo, mas a imagem mais agradável que ficou em nossa memória foi aquela em que o víamos labutando pelas  madrugadas  na sede do jornal “Primeira Hora”, então localizado na Avenida dos Autonomistas.
Afeto a  uma boa e proveitosa conversa, sua participação na história da imprensa osasquense mostrou-se altamente positiva --inclusive participou com eloquente depoimento em curta metragem sobre a história da cidade, produzido pela Sudameris Filmes--, consolidando, sobretudo, seu elevado padrão de conduta jornalística, verdadeiro paradigma de uma linha editorial que se desprendia dos limites naturalmente impostos a uma imprensa restrita a municípios menores, limítrofes à capital paulista onde atua com  força a grande imprensa.
O crescimento e o desenvolvimento das cidades da Grande São Paulo, impulsionaram formas e meios de se produzir um jornalismo com melhor qualidade e que,  se embora ainda não é como sonhamos, alcançou bons níveis de  qualidade e profissionalismo.
O tempo passou e Espinosa, que nunca deixou de participar em assuntos de responsabilidade em Osasco, reapareceu na coordenação do Projeto Osasco 50 Anos do prefeito Emidio de Souza.
Qual não foi a nossa satisfação em saber que defenderia sua tese de doutoramento na área de teoria política internacional, na USP, com o estudo “ A Sombra dos Leviatãs”, onde aborda de forma crítica  as controversas faces  do Estado diante do processo de globalização e uma visão ainda mais ampliada sobre as guerras que  respingam pelos continentes neste  século XXI.
A defesa da Tese  aconteceu no dia 27 p.p. no Salão Nobre da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo, sob a coordenação do professor-doutor Leonel Itaussu Almeida Mello e foi coroada de completo êxito.
Parabéns ao nosso colega jornalista, professor-doutor Antonio Roberto Espinosa!

21 de junho de 2011

QUESTÃO DE CULTURA

Uma das viagens mais importantes da minha vida foi aquela que, junto com  dois colegas jornalistas, cheguei até a remotíssima e longínqua Katmandu, a capital do antigo reino do Nepal,  num vale entre os flancos do teto do mundo, a Cordilheira do Himalaia.
Evidentemente que essa experiência era para mim algo  irreal, pois  chegávamos  a uma cidade quase totalmente  escura e com apenas um voo por dia para Nova Delhi, na Índia.
Na realidade voltávamos alguns bons séculos no tempo, e nas ruas estreitas dessa cidade víamos  o que há de mais  rudimentar com  uma arquitetura inspirada no hinduísmo e no budismo;  um mundo estranho e misterioso, com ruas e palácios enfeitados com enormes estátuas  de  leões, geralmente ameaçadores,  grosseiros.
Uma viagem de pouco mais de uma hora de carro, beirando imensos campos de  mostarda, nos levaria até Bhaktapur, uma cidade ainda mais antiga e que até a unificação do Nepal  fazia parte de um reinado independente, mas que até hoje ainda se mantém por completo medieval, e  foi ali onde sem nenhum cenário maior ,  Bernardo Bertolucci filmou “ O pequeno Buda”.
Em Bhaktapur nos assombramos com os hábitos do povo. Às margens de um rio que atravessa boa parte da cidade, encontramos os locais de cremação dos mortos, sempre cheia de corpos ardendo,  uma imagem dantesca que choca fortemente. Pouco adiante, as casas do silêncio, pequenas casinhas com uma porta que parece cela de prisão, lá são deixados os doentes considerados irrecuperáveis, ficam à mingua até morrer, para  depois serem cremados.
Tudo isso vimos, e respeitamos, afinal  trata-se da expressão de uma cultura, são os  costumes e as crenças de uma sociedade, e por mais que não as aceitemos, temos que respeitá-las.
Sem tanto contraste, aqui mesmo temos muitas diferenças políticas, religiosas, e socioeconômicas, entre tantas outras, mas todas deveriam ser sempre respeitadas, o que não significa aceitar e nem  aderir.
O casamento Comunitário que sempre é feito em maio pela Prefeitura de Osasco, através de uma  iniciativa do ex-vereador Dr. Faisal Cury, realizou o sonho de muitos que não podiam se casar por falta de meios financeiros, outros por diversos impeditivos, mas que com a ajuda da Prefeitura,  através do Fundo Social de Solidariedade,  transformaram  seus sonhos em realidade.
E,  assim, 460 casais este ano realizaram com muita alegria sua união, e ainda receberam dos padrinhos, o Prefeito Emidio de Souza e a Primeira-dama, um grande Show de presente  com a apresentação da dupla Jean e Giovani.
Mas em todo esse clima de alegria e simplicidade, uma equipe de TV da Grande mídia destoava grosseiramente, e levou ao ar, em sentido claramente desrespeitoso, um programa humorístico onde fazia chacota dos casais que ali estavam consolidando uma sonhada união!
Nós poderíamos criticar o que vimos la no Nepal, uma questão de índole e  porque, sobretudo,  há que se respeitar às pessoas, sua vontade, porém,  infelizmente o pessoal que faz humorismo às custas das pessoas mais humildes, não sabem  que são eles mesmos os maiores  palhaços!      


15 de junho de 2011

THEATRO MUNICIPAL DE SÃO PAULO

São Paulo, 1898, um incêndio devora as instalações do Teatro São José, e a cidade que crescia de forma avassaladora com o “boom” do café, de repente se viu desprotegida  e sem o seu maior centro de cultura.

Mas o espírito paulista da época, orgulhoso da pujança desta grande cidade, não poderia ficar aquém dos grandes centros culturais da Europa ao longo do século e, de imediato, efervesceu em manifestações que clamavam pela construção de um novo espaço cultural à altura das companhias estrangeiras.

Foi assim que o arquiteto Ramos de Azevedo e os italianos Cláudio e Domiziano Rossi  que iniciaram, em 1903,  as obras de construção desse suntuoso edifício que, em 1911, precisamente em 12 de setembro, seria solenemente inaugurado  diante de mais de  vinte mil pessoas.

Foi a partir desse momento que a grande metrópole, São Paulo, voltava a figurar no roteiro dos grandes espetáculos mundiais, e do mundo inteiro vieram ao seu palco grandes nomes das óperas, do canto e da dança, afora grandes peças de teatro que repetidamente engalanaram suas instalações.

Domingo passado,  após boas reformas,  foi reinaugurado novamente e com a pompa merecida e com grandes óperas apresentadas pelas vesperais que  foram dedicadas  ao tão ilustre acontecimento, pois o famoso Theatro é, ao longo dos seu cem anos,   indubitavelmente um dos maiores  patrimônios culturais, não só dos paulistas e paulistanos, como do Brasil.

Através de uma exposição permanente no Museu encontramos, para nós e para toda a posteridade,  boa parte da  história artística e social do Theatro, com informações preciosas sobre sua arquitetura e construção e sobre  a enorme e brilhante sequencia de grandes apresentações e eventos.

O acervo ainda guarda importante material sobre a biblioteca, o espetacular arquivo fotográfico , e documentos que nos reportam a  espetáculos audiovisuais e muito material publicado ao longo de todo o século.

O Theatro Municipal de São Paulo já emprestou seu palco para memoráveis apresentações como o de Maria Callas, de Enrico Caruso, o famoso Arturo Toscanini, Arthur Rubinstein, Ana Pawlova, Nureyev, Baryshnikov, Ella Fitzgerald, Duke Ellington, entre tantos outros grandes nomes.

             Atualmente o Theatro Municipal de São Paulo possui diversos  Corpos Artísticos, entre eles: A Orquestra Sinfônica Municipal, o Coral Lírico, o Coral Paulistano, e o Balé da Cidade, além do Quarteto de Cordas e a Escola Municipal de Música e de bailado.

6 de junho de 2011

HISTÓRIAS DAS HISTÓRIAS

           A biografia dos grandes homens e mulheres que escreveram suas histórias sempre foram motivo de inspiração, e quando transladados ao celuloide, mostraram a saga, o talento e a vontade estóica de personalidades que entusiasmaram e ainda empolgam gerações.
Não se pode, no entanto, dizer o mesmo de alguns dos nossos políticos, cujas histórias começam a ser escritas com  a rudeza com que conduziram  suas ações  políticas.
Evidentemente que há obras, como a de Denise Paraná, Lula o filho do Brasil, plena de emoção e de relatos que constroem uma história oral ímpar.
Mas se a história de Lula, o retirante de Garanhuns, Pe., que viveu uma vida humilde e pobre no ABC, até chegar, depois de intensa militância política e ser um dos fundadores do PT, ao maior cargo público do país, emociona e se valoriza através de relatos próprios, o filme produzido já não soube transmitir todo essa epopeia de luta, daquele que hoje é considerado o maior presidente que o Brasil já teve, e que, provavelmente voltará ao cargo em breve.
Nos últimos tempos outros nomes importantes da política brasileira como o de Antonio Carlos Magalhães, o ACM, não recebeu o mesmo tratamento pelos seus biógrafos e historiadores, e em Memórias das Trevas, João Carlos Teixeira Gomes, num grosso volume de quase oitocentas páginas, faz uma verdadeira devassa na vida de ACM.
Sem misericórdia Teixeira Gomes, estraçalha a vida de Antonio Carlos Magalhães, apresenta argumentos e fatos, e afirma que ele nunca foi o “ Leão da Bahia e que não passaria do feitor de um estado que vive nas trevas, sob o domínio do medo e da intimidação”, e continua, “João Carlos  Teixeira Gomes, o Joca,  desarmado até os dentes, só não partiu para um duelo,  ao cair da tarde, com o dono da Bahia”.
Não devemos deixar de mencionar aqui outra obra não menos importantes, esta de  Cláudio Humberto, íntimo colaborador do então presidente e hoje senador Fernando Collor de Mello. Em mil dias de solidão, o relato patético da queda de um homem que levantou o Brasil por trás da chama de uma esperança poucas vezes sentida.
Claudio Humberto faz um relato minucioso dos tempos duros do impeachment, e os dias duros de  reclusão na Casa da Dinda.
Na realidade a história de Collor é muito forte, e transfere para o leitor também o impacto causado pelo desarranjo familiar, as picuinhas do poder, as mazelas que se escondem atrás de inúmeros gabinetes.
Em Osasco lembramos do ex-presidente Collor quando  encheu de  gente por completo o largo de Osasco e inflamou todo mundo com um discurso jovem, de força e vivacidade.
Para quem gosta destas biografias surpreendentes, surge agora uma obra muito forte, incisiva e cortante do jornalista Palmério  Dória sobre a vida de e a história do  ex-presidente, José Sarney.

A editora Geração Editorial balançou o mercado editorial com esta obra polêmica e ousada, de inesperadas revelações e de onde o Senador Sarney não sai incólume nem um pouquinho, ao contrário, mostra uma face soturna, dúbia e que infunde terror. A obra já provocou confrontos no Maranhão, o latifúndio da família Sarney.