31 de outubro de 2013

EL UNIVERSO MISTERIOSO

      
   Una de las cosas que siempre nos olvidamos es en donde habitamos y cual ha de ser nuestro final.

      Bien,vivimos en un minúsculo planeta llamado de Tierra y que gira al rededor del astro Sol, en una órbita eliptica, independiente de nuestro querer.

             Somos despreocupados con esa cuestión, corremos desesperadamente em busca de la riqueza como si al final pudiesemos llevar el dinero por toda la eternidad.

       En la realidad somos tan chicos y  que nos dislocamos al rededor del Sol, a una alta velocidad , pero  nos olvidamos que la luz del Sol nos llega a mas de tres minutos, viajando a la absurda velocidad de 30 mil Km por segundo.

         Bien, encuanto estamos buscando la riqueza,  es bien saber que son ignorados los limites del Universo. Ni el Hubble que gira en órbita alcanzó ver hasta donde puede, quedando mucho aún para  ver. Claro, que en apenas una página no podríamos discorrer sobre que es el Universo,  ni los estúdios recientes del astrónomo Carl  Sagan.

            Las dos sondas americanas lanzadas em la década de 70, esto es, la Voyager y la Pioner, en sus versiones mas nuevas, nos han mandado millones de datos de nuestro Sistema Solar,  al igual que fotos, todavia nos queda mucho por aprender. Despues de su detallamiento, las naves ciertamente saldrán de nuestro Sistema Solar para enveredarse por el infinito. Ciertamente en esa época, ninguno de nosotros estará vivo, por lo tanto, no tenga miedo. 

            A bordo de las naves, hay un disco DVD que reune la imagen y sonido de la figura de un hombre, una mujer y un niño, así como de los animales de la Tierra, para si por acaso una civilizacíon las captura a las naves, y si no son capturadas por un planeta mayor.

            Bueno pues, la matéria es muy interesante y con absoluta certeza nos enseñará muchas cosas buenas en las próximas semanas, siempre en la Internet.

             A los amigos del Japón siempre les ofreceremos la versión en Español, bien ahora no pierdan un solo fin de semana, ya que por 15 dias esta permanecerá esta matéria inicial. Que les  vaya bien.



HUGOALBERTO CUÉLLAR URIZAR
É Cineasta, Jornalista e escritor, é diretor técnico
da Produtora Sudameris em Osasco-SP

sudamerisosasco@hotmail.com

27 de outubro de 2013

O UNIVERSO MISTERIOSO

          Uma coisa deixamos de entender, mais por preguiça e conformidade, do que por outra coisa: somos ínfimos no Universo conhecido, que dizer, então, do desconhecido Universo?

    Habitamos em um minúsculo planeta que vaga ao redor do Sol e pertencemos à Galáxia, pelo homem chamada de Via Láctea. 

       Somos tão microscópicos, que desde Júpiter, o maior planeta do nosso Sistema Solar, mal dá para ver o pequeno e perdido planeta Terra.

         O Universo, como um todo, é completamente desconhecido de nós, seus limites são simplesmente desconhecidos, nem o Telescópio Hubble, que gira em órbita, jamais conseguiu prescrutar distâncias tão colossais.

         Alguns bilhões de anos luz (à velocidade da luz, ou seja a 300 mil km por segundo) é o que nos separam das fronteiras observadas do Universo. Na verdade,  comparando o conjunto não somos nada, nada representamos, portanto, existir ou não é apenas uma questão de conceito.

        O ser humano, dentro de sua pequenez, não tem nenhum tempo para pensar nisso, o seu objetivo maior é ser rico, mesmo sabendo que a vida apenas lhe foi emprestada e que é finita, absolutamente limitada, no tempo e no espaço. Em decorrência disso e por causa disso também,  mata e morre.

           Enfim, a partir desta matéria, e nas próximas, discorreremos sobre o além de nosso envoltório de ar, chamado de atmosfera. 

         Certamente descobriremos que há sentido na frase de que há muita mais coisa que nossa vã filosofia conhece. Vamos sair um pouco de nosso limitado raio  de ação e comentar as fotos enviadas pelas naves Voyager e Pioner, dois artefatos com propulsão nuclear, enviadas desde Cabo Cañaveral, na Flórida, nos Estados Unidos da América.

         Na verdade, em sua viagem, estas naves que seguem pela nossa galáxia, saindo para o além, carregam preciosa carga, caso encontrem outras civilizações que as capturem, mostrando a Terra, o homem, a mulher, uma criança e alguns animais, com os seus sons respectivos. O que se imagina é que estas naves viajarão pelo infinito, mesmo quando  o Planeta  Terra não exista mais.

       É impressionante ver os planetas no telescópio, mal sabemos deles, mal sabemos do Sol, mal sabemos desta destratada Terra, o planeta azul.

       É realmente muito bom saber que, independente de nossa vontade, vagamos pelo espaço, e que segundo os astrônomos, um dia desapareceremos,  claro, nenhum de nós estará aí para contar a história.

           Mas por isso mesmo, temos que observar a prudência de nossas ações. Ignorar tudo, não nos leva a lugar algum, muita coisa pode mudar, somos falíveis, e é essa a principal razão pela qual devemos ser certos e justos.

          Vamos, a partir de hoje, escrever sobre alguma coisa tão importante como é o espaço, e que, recentemente, Carl Sagan tanto se dedicou a conhecer.

          Como sempre, para os nossos leitores do Japão, escreveremos também em Espanhol.

      Até lá e que cada um possa conhecer melhor o nosso planeta, e consequentemente, conhecer sua própria existência.



HUGOALBERTO CUÉLLAR URIZAR
É Cineasta, Jornalista e escritor, é diretor técnico
da Produtora Sudameris em Osasco-SP

sudamerisosasco@hotmail.com

15 de outubro de 2013

Francisco Rossi - versão espanhol

Francico Rossi fué  un joven Alcalde de Osasco y ha realizado grandes obras en la ciudad, dejandolá lista para nuevos desafios.
Por cierto que Francisco Rossi es uno de los políticos de mayor fama en su ciudad, Osasco y ha realizado imnúmeras obras de gran porte en Osasco.
Difícil seria detallar su trabajo en todas las áreas, de manera que sólo podemos afirmar que es un político de gran expresión en Osasco y región.
En la realidad,  en el área habitacional, Rossi ha conseguido  la desactivacón de la "Favela do Buraco quente" , vecina a  la FIEO, y  les  dió a sus habitantes  lotes en  el terreno del Canaán  y  en la Villa de la Justicia, en la Zona Sul de Osasco.
Como gran político que es, fué el responsable por la participación política del Dr. Celso  Giglio, dos vezes alcalde de Osasco, de su hermano Altino  y de su hija Ana Paula, muy posteriormente, como consejales.
No podemos dejar de mencionar que Rossi ha sido candidato al gobierno de San Pablo y que en todas las contiendas políticas en que participó, si no fué elegido, se ha salido siempre muy bien.
Con toda seguridad podemos afirmar  que Francisco Rossi es un gran político de Osasco.
Fué el resposable por el estrechamiento de las relaciones  de reciprocidad entre Osasco y Viana, en Angola, en el Continente Africano.
Bueno pués, sin la menor sombra de duda  podemos decir que Francisco Rossi, es un nombre de gran  pretigio en el Brasil, pues fué tambien diputado  Federal vária veces,  siempre representando a su pueblo, que lo quiere mucho.
            En resumen, Rossi es un nombre de mucho  respeto, pues ha sentado las bases para el desarrollo de Osasco.



HUGOALBERTO CUÉLLAR URIZAR
É Cineasta, Jornalista e escritor, é diretor técnico
da Produtora Sudameris em Osasco-SP

sudamerisosasco@hotmail.com

8 de outubro de 2013

FRANCISCO ROSSI

       
 Foi para nós motivo de muita honra a visita  do Dr. Francisco Rossi, um dos mais destacados prefeitos que nossa cidade já teve.

      Naturalmente que, quando falamos com uma pessoa da estatura de Francisco Rossi, homem de sabedoria impar, duas vezes prefeito de Osasco e várias vezes Deputado Federal, em fim, uma grande liderança em Osasco e que já introduziu na política  O duas vezes prefeito Celso Giglio, o irmão Altino como vereador e agora recentemente a filha Ana Paula, também como Vereadora,  além de toda uma bela trajetória na campanha para o Governo do Estado, (entre outros), só podemos afirmar que trata-se de um dos maiores políticos de Osasco.
  
         Foi ele que, na área habitacional, acabou com a Favela do Buraco Quente, que grassava nos arredores da atual Fito e transferiu sua população para o atual Canaã, na zona Norte e para a Vila da Justiça, na região Sul, além de mandar construir os apartamentos na Zona Norte, onde antes era uma favela cheia de barracos de madeira.

             Em fim, só para ilustrar, estas são apenas algumas das muitas obras que Rossi executou em Osasco. Certamente, teríamos que enumerar muitas outras obras de porte, se quisermos ser justos ao falar de um dos maiores homens públicos de Osasco.

          Só para mencionar, foi Francisco Rossi, então Prefeito de Osasco, quem estreitou ainda mais os laços de amizade com Tsú, no Japão, e, assinou o Convênio de amizade com Viana, na Angola, na África.

       Como dizemos anteriormente, fizemos apenas menção, de algumas obras deste que foi um dos maiores políticos de Osasco de todos os tempos.

      A sua visita, por isso mesmo, reveste-se de grande importância, e além de sua extrema competência ao falar de Deus, na verdade, como mensageiro da obra de Deus na Terra, faz questão de nos lembrar que Deus é triuno, é o Pai, o Filho e o  Espírito Santo  e que, nessa condição, pode ser adorado de qualquer denominação religiosa atual.

           Nesse contexto, subimos com muita fé e devoção toda a Via Dolorosa, em Jerusalém, Israel, onde há 2013 anos   o mesmo caminho foi percorrido por  Jesus, sob flagelo, subiu carregando pesada cruz, até o topo do monte onde foi crucificado.

         É muito emocionante lembrar tudo isso, mesmo embora quando  a Via Dolorosa  tenha sido transformada num grande mercadão.

        Por falar em Israel, há tantos lugares históricos lá, muito interessantes como o Rio Jordão, o Mar da Galiléia, Cafarnaun e O Monte das Oliveiras, que ainda preserva antiquíssimos  troncos de Oliveiras.

         A vida de Jesus, enquanto homem, foi muito rica, e sem dúvida, é  o maior  acontecimento de todos os tempos.

           Para concluir só podemos expressar nosso agradecimento pela visita, emblemática, do Dr. Francisco Rossi, um homem, sobretudo, humano e de grande sensibilidade.



HUGOALBERTO CUÉLLAR URIZAR

É Cineasta, Jornalista e escritor, é diretor técnico
da Produtora Sudameris em Osasco-SP

sudamerisosasco@hotmail.com

27 de setembro de 2013

ELECTRIZANTE - FINAL

          Quando la llúvia nos dió una trégua, apesar de la noche mas obscura que ya ví, unos rayos de luz, en contínuo movimiento, me despertaron la atención. Yo me encontrava en el barranco, agarrado a las pequeñas plantas,  cual un mono asustado.  Sentia una mescla de miedo por la obscuridad  de la noche y de soledad.

           Fué en ese momento que grite por socorro. El matero Toniño luego me vió y estirandome su brazo me  colocó a salvo, en una arena limpia y fina.

 -Quedese aqui hasta el nuevo dia, ya lo recogeremos en la mañana. Me dijo y siguió en su búsqueda de los demas hombres.

          Nada tardó para que me durmiera profundamente. La mañana llegó con el revuelo de unas araras que en grupo pasaron bien alto. Senti que me dolia todo el cuerpo, parecia que me llevé una buena paliza a cada centímetro de mi cuerpo.Mi cabeza estava dolida, mi cara, mi ojo y mi boca también estavan hinchadas y doloridas. En cuanto estava hechado todavia, me pasó por la mente que el hombre ya llegó a la Luna y que noosotros, en la Tierra, estávamos sin saber donde nos encontrávamos, sin comida, em médio a la selva, lejos de todos y de todo.

          Me dolia todo el cuerpo, pero hice un gran esfuerzo y me senté, mirando al rededor de mi, entonces ví que havia dormido en un antiguo cementério de índios y seringueros.

           Yo pasé la noche encima de una tumba, por eso la arena limpia y fina. Pues bien, a duras penas me resbalé hasta el canto de la tumba, fué en ese momento que un pajarito bajo a mi lado y cantó, cantó hasta cansarse. Dos lágrimas cayeron de mis ojos, llegaron a la arena y se perdieron.




HUGOALBERTO CUÉLLAR URIZAR

É Cineasta, Jornalista e escritor, é diretor técnico
da Produtora Sudameris em Osasco-SP

sudamerisosasco@hotmail.com

23 de setembro de 2013

Eletrizante - Final



          A chuva mínguou, pelo menos não tínhamos mais que suportar aquele uníssono das gotas de chuva batendo sobre as folhas das árvores. Apesar da tremenda escuridão, pelo ruído da água nas pedras, podia imaginar que o córrego havia diminuído.

           No momento da tempestade, de chuva forte, de córrego cheio, a água me jogou no barranco, acima da metade, onde todo estropiado me segurei dos arbustos ali existentes, tremendo de frio, num misto de  medo e solidão.

            De repente vi uns fechos de luz nervosos na mata. Era uma parte da equipe procurando alguns homens que foram arrastados pela enxurrada.
 
         Aqui, socorro, comecei a gritar desesperadamente. Foi assim que o mateiro Toninho me achou. É o doutor, ele falou e chamou mais homens. Não foi preciso, porque ele esticou o braço do qual me segurei e, apesar do corpo que me doía, fui puxado para cima, até uma plataforma de areia fina e sem mato.

        -Aqui o senhor pode ficar até o dia clarear, falou o mateiro.

             Deixei meu  corpo cair na areia fina, parecia, porém, que havia apanhado de pau, tanto me doía o corpo, da cabeça aos pés.

         Quando deitei na areia percebi que o sangue da minha cabeça havia descido pelo rosto inchado e ficou lá até coagular. Em contato com a areia, uma grossa crosta secou no lado esquerdo do meu rosto. O olho estava tampado pelo inchaço e pelo sangue, a mesma coisa acontecendo com o lado esquerdo da boca.

           Mas o cansaço foi maior, demoraram apenas  alguns minutos e eu que já estava exausto, dormi profundamente.

          O canto dos passarinhos da Amazônia, antes do dia clarear, me acordou, foi um belo momento de reflexão, ao tempo em que trocava de posição, pois o meu braço esquerdo quedara por baixo do corpo, de tal maneira que  formigava, na verdade nem  o sentia.   
          Como é a vida tão desigual, já estávamos às portas do novo ano, e o homem já havia chegado à Lua, numa viagem que, certamente, ficará na história pela avançada tecnologia aplicada, enquanto nós, estávamos na Terra mesmo, na pior das situações que um ser humano pode ficar, sem comida, alguns feridos, longe de tudo e de todos. Que situação!

            O dia, finalmente, clareou, os pássaros se animaram e bandos de araras passaram bem alto.

            O corpo todo me doía, parecia que tinha sido passado por um gigantesco moedor de carne.

           Bem coragem, pelo menos estava vivo. Juntei todas as minhas forças e me sentei, só aí, olhando em torno, é que percebi que ali era um antigo cemitério de índios e seringueiros. Havia dormido por cima de uma tumba, por isso a areia fina do lugar.

           Não lembro mais o que atinei a fazer logo após a descoberta, só sei dizer que pouco a pouco escorreguei na tumba, deixando os pés pendurados na extremidade do túmulo. Foi quando um passarinho pousou do meu lado, cantou e cantou a exaustão. 

         Naquele instante, acabava mais uma historia que ficou gravada para sempre em minha memória. Duas lágrimas escorreram dos meus olhos e se perderam no calor da areia. Que sorte a minha!



HUGOALBERTO CUÉLLAR URIZAR
É Cineasta, Jornalista e escritor, é diretor técnico
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sudamerisosasco@hotmail.com
 

17 de setembro de 2013

ELECTRIZANTE N 4



           Claro que el Moco nos dió um gran susto.  Se metió en el água y em la mitad de su nado, al médio de la laguna, se perdió água abajo.

          Pero cuando otros dos compañeros, que nadan bien, se iban a tirar al água para buscarlo, increíblemente el salió a la orilla, com la máquina fotográfica intacta.

          Bien, despues del susto la  bonanza. Nos animamos a la subida, pero notamos que una buena parte de la motaña habia caído al rio, dejandonos a la vista providenciales peldaños, casi horizontales y de áspera superfície, em la parte mas baja. Ya no era asi em la parte mas alta de la montaña, donde los peldaños eran mas gruesos, estaban distantes entre si, y, por consiguiente, nos iban a dificultar mucho la subida.

           Como ese era, en la verdad. el único y mejor camino para escalar la sierra en ese local, reunimos nuestras  fuerzas y comenzamos la dura tarea de subir. 

        En partes, Éramos como que equilibristas de circo y en otros lugares teníamos que dislocarnos como víboras sin levantar el cuerpo para no cayer.

          Asi, con todos esos percanzes, llegamos, finalmente , a la parte mas alta de la sierra, en aquel punto. La vista de la selva, a los 360®, era cualquier cosa de excepcional, pues la montaña se elevava por encima de la floresta de modo que teníamos una visón privilegiada que, com certeza, mucho poca gente ya tuvo la suerte de disfrutar.

          Los montículos que hacian con que el viento pase con un enorme susurro, nos recordo la Sierra de la Mesa, em Cape Town, la bella ciudad entre la montaña y el mar, en àfrica del Sur, justo donde se unen los oceanos Atlantico y ìndico, bien en la curva del Continente Africano, donde el viento es tan fuerte que nos empuja y frena, y que en la época de las descubiertas, ciertamente, naufragó muchos buques.

          Nos vino también a la memória la sobérbia montaña de  Masada, que queda en Israel, cerca del Mar Muerto, en cuya ortra orilla comienza Jordánia. Es una montaña muy alta en el desierto y que vivió un masacre  de gente que allá se escondia, en la ápoca del rey Heródes.

          Bien, andamos un  poco mas y en una canaleta bien ancha, donde se veían claramente los afloramentos de rocas sedimentares y metemórficas, veíamos que del suelo brotaba a los borbotones, el água que, en poco tiempo mas, sierra abajo, habria de formar el caudaloso rio que corria al lado de los campamentos. sólo podíamos agradecele a Dios por permitirnos está oportunidad, que con certeza, muy poca gente ya vivió.

           Un trueno seco nos sacó de esa linda divagación y sirvió para recordarnos que ya estábamos en médio de la tarde, que aún teníamos que bajar de la montaña y reunirnos con parte de la gente que nos esparava al pié de la sierra.

         Y así fué, bajamos cayendonos y levantandonos, y cuando por fin llegamos al pie de la montaña, una fuerte llúvia no soprendió, de forma que tuvimos primero que esperar que el aguacero pase para comenzar nestro rretorno.

            Enquanto esperávamos que la llúvia pase, nos acordamos que el camino en tierra seca, con la fuerte llúvia,  estaba mas resbaladiza que un jabón, de forma que una resbalada podrira resultar en un sério accidente y para el cual no estábamos preparados, logicamente, de manera que optamos volver por la cauce del rio, por lo menos era un camino mas seguro. Y así lo hicimos, tan luego paró de llover.

          Pero si esperamos que pase la llúvia, no pudímos detener la llegada de la obscuridad de la noche que nos sorprendió en el rio. El paso, de tantos hombres de botas de goma y  las patas del burro por el água, produzian el fuerte y ritmado  ruído que se perdió tan luego cayó nueva luvia que se abatia fuerte en las hojas de los árboles.

         Fué asi que perdimos el senso espacial del grupo y de ese punto en delante, andamos como que solos. Fué cuando, por ser la noche muy obscura, que me choque, con fuerte impacto, con un grueso tronco de árbol que estaba cruzado en el rio. El choque fué tan violento que me arrojó de espaldas, fué  allá que perdí mi morral y fui arratrado por las águas, sin poder hacer nada.

           Mas adelante sentí que caí en un enorme hueco de água, fuí proyectado  en caída libre, algo como 20 metros, de manera que cuando toqué el água submergí por otro tanto. Pero lo peor vino luego, pues cuando subia a la superfície, ya sin fuerzas para respirar, y aún dentro del água, recibí fuerte el impacto de un pedazo de tronco, que me dió fuerte choque en la cabeza, y que en condiciones normales, ciertamente me habria lesionado sériamente el pesquezo, de forma que fuí nuevamente para el fundo del água, subiendo ya cási desmayando por falta de ayre. Sabia que tenia que nadar rápidamente hasta la orilla,  antes que un nuevo tronco me partiese em mil pedazos, aún cuando por la obscuridad, no veia nada.

          Lo hice así, y cuando llegué, yo pienso que a la orilla del rio, una fuerte ola me arrojó a lo alto, donde me agarré en raizes y plantas del barranco.

           Despues que el rio recobró su nivel, quedé agarrado en el barranco, a esa altura era lo mas seguro, puesto que el água llevava piedras y partes de árboles que podrian causarme lesiones peligrosas o matarme.

           Fué entonces que vi que habia perdido la bota del pié derecho. Pero lo que en ese momento importaba era que  yo estaba vivo y ahora tenia solamente que esperar que el dia llegase para ver que iria hacer. Claro que ya estaba bastante herido, la sangre que bajó de mi cabeza se cuaguló en el rostro que estaba muy hinchado Eso todo, seguramente podrá leerlo en el próximo relato. Nos vemos pues!



HUGOALBERTO CUÉLLAR URIZAR

É Cineasta, Jornalista e escritor, é diretor técnico
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